segunda-feira, 19 de maio de 2014

Conta a sua que eu conto a minha

Marcelle era menina bonita, universitária, morava com a família, mas alguma coisa nela incitava que no calor da transas com o Zé soltassem o verbo em obscenidades. Como de bobo ela nunca teve nada, foi puxando as fantasias para o lado do ménage à trois (ménage do tipo bom antes que alguém pense besteira).

E como ela só exigiu que a escolhida não poderia ser ex-namorada nem amiga dela, naquela sexta o Zé resolveu colocar a fantasia em prática. Marcelle chegou depois da aula na casa dele, horário de sempre, e foi pro banho, tempo certo da "surpresinha" entrar e sentar na beira da cama (sem avisar dá mais emoção).

Ele deixou a garrafa de vinho ali perto, pois seria preciso quebrar o gelo. Mas nem foi o caso. Marcelle saiu do banheiro de toalha, e foi assim mesmo que, sem dizer palavra, olhou de relance para a escolhida e foi embora. Sem a namorada, a escolhida não teria serventia, ao que o Zé morreu com os noventão e a despachou (sim, sempre um romântico).

Será que Marcelle percebeu fácil assim que debaixo daquele shortinho apertado havia um detalhe extra, que o Zé fez questão, quando da seleção, de medir e ver se não era maior que o dele?

:: 19.05.2014 ::