No caso da minha turma, isso acontecia quando estávamos no Café do Estudante ou no Café Poesia, ambos perto da reitoria da Universidade Federal, em Curitiba. Mas rolava em qualquer boteco que reunisse estudantes, pensadores, artistas, músicos etc. Eram basicamente livros de poesia e fanzines.
Fazendo uma analogia, o que fazemos aqui (não só no MCP, mas na blogosfera em geral) é bem parecido com o que aqueles caras faziam, mas numa escala planetária. Pensando bem, o trabalho deles era mais difícil, eles tinham que ser atrevidos e mostrar a cara pra vender, enfrentando uma audiência bastante crítica.
Então, quando o contista — entre posts divertidos e instrutivos e, recentemente, belas fotos provocantes (por que não dizer anárquicas) — recomendar que você clique aqui, desloque o pensamento da imagem "mercado livre" e tente visualizar o artista alternativo que, de mesa em mesa, vai disseminando suas ideias e seu trabalho.



