quarta-feira, 18 de novembro de 2009

A propriedade é um fetiche

Essa Maria é muito perversa. Sutil, elegante e PERVERSA. Sim, o conto é dela.

Aos cinco anos de idade a mãe me sentou ao seu colo e me disse meu anjo, você terá uma irmãzinha! É certo que minha cara se retorceu entre o já não bastasse eu perder meu lugar e o ainda por cima uma menina, mas a mãe acabou me convencendo de que eu era o mais velho, o mais importante, e que a menina seria um presente para mim -- um presente do qual eu deveria cuidar e proteger. Eu acreditei. Dezessete anos depois minha menina está sentada na beirada da cama, a pele arrepiada, coberta por pequenas gotas de água, enrolada na toalha. Percorro a língua por seu ombro e ela abaixa a cabeça ainda mais. Deito-a sobre a cama e abro a toalha que envolve seu corpo, ela vira o rosto, fecha os olhos. Toco-lhe as sardas e o bico do seio. Ela arde, imóvel. Abro suas pernas e me penetro nela. Enquanto eu repito você é minha, você é minha, minha menina goza despida de qualquer pudor.

[A frase do título é de Ricardo Lira, um dos maiores nomes de Direito Urbanístico no Brasil, e foi proferida em uma de suas maravilhosas palestras. Obviamente ele se referia à propriedade do solo, mas sua afirmação tomou asas em diversas direções.]

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Concurso Fotográfico - MCPmate #10

Você tem o privilégio de apreciar o coração de Mistress Y. A posição pode ser submissa, mas pisar na sua pele com salto agulha dará muito prazer para ela. E talvez para você. Um tanto BDS&M, outro tanto swinger, não é por isso que Mistress Y deixa de ter um coração grande (como vocês podem ver). Apreciem sem moderação.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Na traseira da Toyota

Teve uma época em que o Zé trabalhava numa empreiteira de obras. O chefe era horrível, o salário uma merreca, tinha de viajar um monte, geralmente no mato, mas tudo era compensado por ter sempre um carro à disposição. Na verdade, uma toyotona bandeirantes daquelas que "guentam" qualquer parada.

O chefe do Zé vivia pedindo para ele fazer serviços particulares. Naquele dia, buscar frutas num sítio das redondezas. O Zé foi se enrolando, pretendia nem voltar pra obra. Serviço feito, fim de tarde, tocou para a cidade em busca de diversão. Encontrou no meio do caminho.

Deu carona para uma caboclinha brejeira que esperava ônibus numa estrada rural. Foram se engraçando e acabaram tomando banho de rio no pôr-do-sol. Saíram da água já no maior amasso, que se estendeu até chegarem no carro, e se embolaram no banco de trás. Quando o Zé apertou a bunda dela sentiu uma coisa gosmenta entre os dedos. Saiu do carro com ânsias e mandou ela embora bradando "cagona! onde já se viu se borrar toda aqui dentro!"

Quando chegou no posto para limpar a sujeira percebeu a injustiça. Na verdade, eles tinham amassado uns abacates maduros que estavam no banco. De raiva, o Zé foi na zona e gastou o salário do mês.

:: 26.02.2004 ::

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Concurso Fotográfico - MCPmate #9

Ela não tem rede pra agitar (se bem que o Orkut dela bomba) principalmente porque preferiu manter o anonimato. Mas deixou um recado aos leitores que quiserem um "alô": deixem ali nos comentários os respectivos e-mails. Ela pode estudar propostas. Com vocês: Miss D.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Escritor marginal itinerante

Quando ficávamos nos botecos perto da faculdade tomando umas e outras com os amigos, de tempo em tempo apareciam uns figuras, meio hippies ou punks (geralmente socialistas ou libertários), com uns livrinhos xerocados que deixavam nas mesas. Aí a gente lia e, se gostasse, ficava com um ou mais exemplares mediante pagamento de uma quantia módica.

No caso da minha turma, isso acontecia quando estávamos no Café do Estudante ou no Café Poesia, ambos perto da reitoria da Universidade Federal, em Curitiba. Mas rolava em qualquer boteco que reunisse estudantes, pensadores, artistas, músicos etc. Eram basicamente livros de poesia e fanzines.

Fazendo uma analogia, o que fazemos aqui (não só no MCP, mas na blogosfera em geral) é bem parecido com o que aqueles caras faziam, mas numa escala planetária. Pensando bem, o trabalho deles era mais difícil, eles tinham que ser atrevidos e mostrar a cara pra vender, enfrentando uma audiência bastante crítica.

Então, quando o contista entre posts divertidos e instrutivos e, recentemente, belas fotos provocantes (por que não dizer anárquicas) recomendar que você clique aqui, desloque o pensamento da imagem "mercado livre" e tente visualizar o artista alternativo que, de mesa em mesa, vai disseminando suas ideias e seu trabalho.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Concurso Fotográfico - MCPmate #8


Segundo o Fernando, ele e a Chaveirinho (que de pequeno só tem a altura) ficaram empolgadíssimos pra fazer as fotos. Máquina fotográfica, motel (ta na cara pelo lençol, Fernando...), ele e a gatinha... viram tudo, né? Já se pode dizer que o MCP é afrodisíaco. Os blogs dele são o Coluna Fantasma e o Escrita Salaz. Quentes. Como a foto da Chaveirinho, padrão playboy.

Alguém quer pretexto melhor pra levar moça bonita pro motel, leitores? Ou um fotógrafo, leitoras... Sigam o exemplo do Fernando!

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Concurso Fotográfico - MCPmate #7


"Um dia cruzei com ela, disse 'Oi!' e falei meu nome. Ela falou o dela e eu perguntei: 'Você lê MCP?' Ela fez questão de mostrar marcado na pele. Só não vou dizer seu nome. Sei que compreendem. Deixo para cada um(a) o barato de se inspirar e sentir saudade daquela gata que o(a) fez ajoelhar."

Transcrito ipsis literis de como o
Capitão Ócio mandou a contribuição para o concurso. Como sempre, ele tem uma boa história para contar. Da parte velada da mensagem, soubemos que ela é uma executiva, o que mexe ainda mais com nosso imaginário.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

De molhar a calcinha - parte 2

A única coisa que me intrigava era que nas vezes que fizemos isso, ele nunca a beijou na boca.

Meu marido se virou para cima e pediu para que o cavalgasse, o que ela fez, mas não sem antes fazer sexo oral nele, e chupou muito bem. Eu comecei beijar a boca dele freneticamente, e suas mãos se desdobravam em acariciar nossos corpos. Controlei o tesão pra não gozar naquela hora, pois queria o sexo dele dentro de mim. Então ele veio em minha direção, me pôs de quatro e começou a me penetrar. Enquanto isso ela, atrás de nós, chupava o saco dele. Gozei, um dos melhores orgasmos da minha vida.

Ela pediu sexo anal, foi prontamente atendida e aconteceu com uma facilidade que eu nunca havia imaginado. Ele a enrabava e olhava para mim. Passado algum tempo, disse "Gabriela, vem cá, quero comer você novamente". Perguntei se não se importavam que eu ficasse olhando, pois estava adorando a cena. Ela sorriu. E quanto mais ele forçava, mais ela implorava pelo sexo dele.

Não resisti, me masturbei de forma bem tranqüila e num instante gozei de novo. Então eu disse "Bom, pessoas, nossa transa está maravilhosa mas temos que apurar, pois logo tem visita em casa. Guria, faz meu homem gozar que eu vou pro banho". Cinco minutos depois ela chegou toda lambuzada e tomou banho comigo.

:: 19.03.2008 ::

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Concurso Fotográfico - MCPmate #6

Cassiana é poesia. A foto foi inspirada numa passagem aqui do blog: "um desejo estranho, uma vontade... diferente..." [corrigido, viu?] O blog dela é o Eu entre elas. Mas não exagerem nos acessos, senão dá na veneta e ela tira do ar. Do contista aqui, a foto tirou o ar.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

De molhar a calcinha - parte 1

Ela, brincalhona como sempre, não perdeu a oportunidade de tirar uma casquinha de mim, "deixou o maridão vinte dias solteiro por ai, é?" Entre um papo e outro mencionou que tinha trazido um óleo de massagem. Tirou da bolsa e disse pro meu marido, que estava na TV, "vem cá, homem, vou fazer uma massagem em você, posso, né, Gabi?" Ela pediu que ele deitasse de bruços, subiu em suas costas puxando o vestido um pouco acima das coxas.

Meu coração disparou porque percebi o clima. Então fui até a cozinha disfarçar meu tesão e dar um pouco de privacidade para os dois. Quando voltei ele estava só de cueca e alisava os quadris dela, e tirou a calcinha branca e pequenininha. Eu poderia gozar apenas vendo os dois ali trocando carícias e se insinuando para mim.

Ele alternava as mãos nos seios, na bunda, no cabelo, no sexo dela. Ali percebi que tenho um homem bom de cama. Ele disse "Gabi, vem pra cá, vem? Quero comer as duas". Então meio tímida e sem saber o que fazer, tirei minhas roupas e deitei ao lado deles. Ele a possuía por trás e penetrou os dedos em mim, "nossa, você está completamente molhada" e colocou os dedos em minha boca. Timidamente comecei a tocá-la, seios e costas, mas não me senti à vontade e parei.

:: 18.03.2008 ::