quarta-feira, 10 de março de 2010

Flagra

Diogo Vieira, que sempre aparece por aqui como Êstase e manda no blog Vento Longínquo, a partir da longínqua Belém, brindou-nos com esse continho que "smels like teen spirit" como todos os escritos dele.

Ella é uma femme fatale, a mulher mais desejada e perigosa do curso de medicina, linda, inteligente, fria, sádica e má. Suas vitimas favoritas são os garotos virgens e desavisados, geralmente encontrados no primeiro semestre do curso, meninos que passaram os últimos três anos de suas jovens vidas apenas se masturbando, e que muitas das vezes não aprenderam sequer a beijar.

André é um garoto tremendamente tímido, ruivo de olhos negros e agudos. Mal completou dezesseis anos e acabou de mudar de cidade, a novidade da faculdade, o menino-gênio, pianista, violinista e no segundo ano de medicina. Ella encontrou naquele garoto que viveu para estudar a vitima perfeita. Encontrou o momento do bote enquanto ele tomava banho em um vestiário afastado do Campus. Sem nada dizer apareceu nua com seu corpo escultural e lhe lançando o olhar de serpente que seduzia todos os jovens incautos.

Ella pegou as partituras que estavam perto do violino e jogou no chão molhado. Quando se apossou do violino o rapaz suplicou para que o deixasse onde estava. Acataria às súplicas se ele a chupasse. E foi feito.

Em transe, quase passou despercebido quando ele tirou o violino de sua mão, e tentou esbofeteá-lo como vingança, ele segurou as mãos dela e disse “Tu não vais querer me bater”. Então ajoelhou e a fez gozar. Teve suas costas arranhadas até verter sangue. Ella suplicava para ser penetrada, e justamente quando iria acontecer a prima Paula entra no quarto em penumbra do moço tímido que nunca transou, mas que sonhava com a colega do curso de medicina. Hesitar diante da prima significaria morrer pisoteado pela família na hora do jantar. Juntou coragem ao ver o olhar assustado de Paula:
- Porra, Paula, será que eu não posso bater uma punheta sossegado?
- Toma aí tuas roupas. Olha, cara, é melhor bater punheta quando todos estão dormindo e de porta trancada. Mané!

A prima sai do quarto e André volta para a transa com Ella.

11 comentários:

Marília_dosAnjos disse...

O menino ruivo tmb era bem safadinho... Por isso, q os tímidos sao temidos?

Noh Gomes disse...

Não vou negar minha certa caidinha pelos timidos e nerds, coisas que tenho desde a epoca da escola rsrs

Esse ai seria certo rsrs

Beijos

Maria disse...

Tadinho!

Prima má!

Extase disse...

Ficou até bacaninha, mas eu sou Black Hole Sun.... não smell like teen spirit...

F.A. disse...

já que o Gus ainda não respondeu: os tímidos e nerds nem são os piores - os piores são os que fingem de tímidos e nerds (a haam!).

"Black Hole Sun" também me agrada, "Suck You Dry" hahahaha

(nunca me pegaram nessa brincadeira de pirulito que bate-bate... é certo, trancar a porta vale a pena)

Vampira Dea disse...

Tadinho do bichinho? Pior? Perigoso? Vcs não viram? Somente um mané e carente, esse ainda vai demorar...
Quem se arriscaria num caso desses?
Pq depois deve grudar que nem chiclete.

RaphinhaS disse...

auhauhahu eu sou o primo dele.. o primo mala..hauahuha legal garoto

RaphinhaS disse...

se tivesse la ainda ajudava...he he he

RaphinhaS disse...

e fazia mas ainda pegava a tiainha gostosa e o muleque de "rebarba"...

minicontosperversos disse...

como o diogo só se manifestou na parte musical, prestaremos o serviço:

marília - não são os tímidos os temidos, mas os que SE FAZEM de tímidos

noh - ah, bela, fala sério: você gosta de tomar as rédeas

maria - podia ter sido BEM mais má, convenhamos

êxtase - não são excludentes, amigo

albukowski - a mais pura verdade é que não tínhamos lido seu comentário quando respondemos a marília ali em cima; portanto, como já disse antes, há certa convergência de pensamento aqui

e pegando por essa linha, dependendo da prima e da idade, ele podia tê-la convidado a terminar o serviço

vampiradea - isso nos parece conhecimento de causa

raphinha - isso SIM parece conhecimento de causa

Vampira Dea disse...

Vou rir pra disfarçar kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk